SP adia reabertura das escolas para 7 de outubro; Sindiquinze defende que TRT-15 mantenha trabalho remoto

O Governo de São Paulo decidiu hoje, dia 7 de agosto, adiar o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas e privadas de todo o Estado para o dia 7 de outubro. Antes, a volta dos alunos estava prevista para 8 de setembro, desde que fosse cumprida a condição de 80% da população estar na fase amarela do plano de retomada. O percentual foi atingido, mas houve a decisão de postergar o reinício para haver uma margem de segurança. Como tem sido informado em todas as reuniões regionais que o Sindiquinze tem feito semanalmente, o sindicato defende que o retorno ao trabalho presencial no TRT-15 somente ocorra concomitantemente à reabertura das escolas.

O Presidente do Sindiquinze, Ivan Bagini, afirma que esta posição do sindicato foi informada ao Grupo de Trabalho do TRT-15 que trata do retorno ao trabalho presencial. “Acreditamos que sem o retorno das atividades presenciais nas escolas não existe possibilidade de voltarmos ao trabalho presencial, porque muitos servidores não têm com quem deixar seus filhos. Com o anúncio feito hoje pelo Governo, não vemos condições para um retorno ao trabalho presencial nas unidades da Justiça do Trabalho da 15ª Região”, comenta Ivan.

O Sindiquinze vai reiterar este posicionamento à Administração. “O sindicato representa os servidores e defende o que categoria quer. O que estamos está sentindo neste momento, conversando com os servidores, é que ainda existe muito medo de voltar às unidades, ter contato com o público, ainda que seguindo todos os protocolos de segurança. Também seria um risco desnecessário, uma vez que o trabalho continua a ser feito de maneira remota”, afirma o dirigente.

O GT já fez a aquisição de EPIs e outros materiais que começaram a ser distribuídos para todas as unidades. “O Grupo de Trabalho está considerando as especificidades de cada região e cidade, viabilizando a estrutura necessária para o retorno presencial. Mas acreditamos no bom senso da Administração, que, assim como o sindicato defende, deve priorizar a saúde dos seus funcionários e não expor ninguém ao risco de contrair coronavírus”, finaliza Ivan.

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