É amanhã, 14 de junho, a Greve Geral contra a “Reforma da Previdência! Junte-se à luta!!!

O Sindiquinze convoca todos os associados e associadas a participarem da Greve Geral contra a Reforma da Previdência (PEC 6/2019), amanhã, dia 14 de junho. O #14J tem como objetivo parar o Brasil com a união das diversas categorias de trabalhadores, pois todos serão severamente atingidos caso essa proposta do Governo Bolsonaro seja aprovada pelo Congresso. Será o momento de defender a Previdência Pública brasileira, lutar por direitos e contra o desmonte do Estado pretendido pelo atual governo.

A adesão ao movimento paredista foi aprovado em rodada de assembleias na sede e nas subsedes entre 4 e 6 de junho, que seguiu o calendário de mobilizações da Fenajufe, aprovado no Plano Nacional de Lutas do 10° Congrejufe, realizado no fim de abril e início de maio, em Águas de Lindóia.

#14J

O #14J foi definido pelas principais centrais sindicais do Brasil e também faz parte da luta conjunta pela valorização do serviço público e contra os ataques do Governo Bolsonaro aos servidores.

Pela manhã, o Sindiquinze vai organizar um ato em frente à Sede do TRT-15, em Campinas, com concentração a partir das 9h. De lá, os manifestantes vão fazer uma passeata até o Largo do Rosário para se juntarem às demais categorias da classe trabalhadora e estudantes. Às 16h, novamente haverá um ato em frente ao Tribunal, antes de seguir, às 17h, para a grande manifestação no Largo do Rosário.

Por tudo que consta na “reforma” do Governo Bolsonaro, motivos não faltam para você, servidor(a) público(a), juntar-se à luta nacional e participar do 14J, em defesa de direitos e da sua aposentadoria!!!

CONFIRA COMO A “REFORMA” DE BOLSONARO VAI TE PREJUDICAR

A proposta de “Reforma” da Previdência (PEC 6/2019) traz muitas crueldades para a vida dos servidores públicos. O que o Governo Bolsonaro divulga é que, assim como quem trabalha na iniciativa privada, também será necessário cumprir uma idade mínima.

Mas, na verdade, como todos sabem, os servidores públicos já têm idade mínima na regra atual, de 55 anos para mulheres e de 60 anos para homens. O que a proposta faz é elevar essas idades para 62 e 65, respectivamente, iguais às da iniciativa privada.

O tempo de contribuição mínimo no serviço público, no entanto, será de 25 anos. Períodos pagos ao INSS quando na iniciativa privada podem ser contados, mas o servidor precisará cumprir 10 anos no serviço público e 5 anos no cargo para pedir a aposentadoria.

Veja abaixo o tamanho das crueldades que a dupla Bolsonaro/Paulo Guedes pretende impor como aumento de alíquota previdenciária e regras de transição penosas, que acabam com as atuais e dificultam ainda mais a aposentadoria. Quer motivos para lutar? Basta ler…

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