Protestos contra cortes na Educação lotam ruas do País; Sindiquinze participa de atos em Campinas e São Carlos

O Dia Nacional de Greve na Educação, contra o corte de verbas nas universidades e institutos federais anunciado pelo Governo Bolsonaro, lotou as ruas de várias cidades do País nesta quarta-feira, dia 15 de maio. Em Campinas, cerca de 10 mil manifestantes lotaram o Largo do Rosário, na região central. O Presidente do Sindiquinze, Zé Aristéia, o Secretário do sindicato, Ivan Bagini, e servidores associados participaram do protesto. Em São Carlos, o Tesoureiro do Sindiquinze, João Paulo Zambom, esteve no ato que reuniu milhares no centro da cidade.

Neste importante momento da vida nacional, o Sindiquinze está ao lado dos professores e estudantes secundaristas, universitários, pós-graduandos nesta grande mobilização nacional. O retrocesso anunciado pelo Governo Bolsonaro precisa ser revogado. Além do bloqueio de 30% na verba das instituições de ensino federais (mais de 60 universidades e quase 40 institutos em todos os estados do Brasil), os cortes anunciados atingirão também a educação básica, na contramão do discurso mentiroso do presidente Bolsonaro desde a campanha eleitoral: o aumento de investimento para a educação básica em detrimento do ensino superior.

O projeto de diminuição/destruição do Estado, que inclui a nefasta “Reforma” da Previdência da dupla Bolsonaro/Guedes, será combatido nas ruas. Este modelo de governo, que trata investimento em Educação como gasto passível de ser cortado, é o mesmo que elegeu os servidores públicos como principais alvos da “reforma”.

Os milhares que foram às ruas do Brasil hoje deram o primeiro recado ao Governo Bolsonaro. No dia 14 de junho, está marcada a Greve Geral contra a “Reforma” da Previdência. Junte-se à luta para garantia de direitos e contra retrocessos!!!

Dirigentes do Sindiquinze e servidores associados no protesto em Campinas

Campinas

São Paulo

Salvador

São Carlos

Rio de Janeiro

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